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Multiplayer pra quê? Cinco jogos que não precisavam de modo online

Alguns jogos nasceram para ser uma experiência solo, mas acabaram ganharam um modo multiplayer. Os motivos podem ser vários: desde explorar novas ideias até aproveitar alguma tendência do mercado ou simplesmente aumentar a longevidade do título.

Na maioria das vezes, esse “multiplayer acessório” nem faria diferença se não existisse. Teria sido melhor utilizar os recursos e tempo para aprimorar ainda mais a experiência da campanha para um jogador. Reunimos abaixo cinco jogos que poderiam muito bem passar sem um modo multijogador.

“Bioshock 2” (2010)

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Imagem: Reprodução

Apesar de não causar o impacto do jogo original, ele foi bastante elogiado pela crítica por sua jogabilidade e história, além de dar ao jogador a oportunidade de ser um terrível Big Daddy. O modo online, por outro lado, não apresentava nada que já não tivesse sido visto antes, e acabou sendo ignorado pela maioria dos jogadores pouco tempo depois do lançamento.

“Doom” (2016)

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O reboot do clássico jogo da id Software é considerado um dos melhores jogos de tiro lançados nos últimos anos, com uma campanha divertida, recheada de níveis bem elaborados e repleta de inimigos distintos. O multiplayer tentou dar ao jogador a mesma sensação do modo história, mas por ser parecido com quase tudo que já existia até aquele momento, passou muito longe de acertar o alvo.

“Tomb Raider” (2013)

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Mais um reboot que revitalizou, e muito bem, uma franquia bastante amada pelos jogadores, mostrando as origens da aventureira Lara Croft. Com uma campanha que te prende a todo momento, jogabilidade contemporânea e cenários que imploram para serem explorados. Já o modo multiplayer tem uma qualidade tão inferior a tudo isso, que era melhor ter ficado de fora.

“Spec Ops: The Line” (2012)

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Um jogo de guerra que vale cada minuto do seu tempo. Com uma excelente narrativa, além dos bons gráficos e jogabilidade, “Spec Ops” surpreendeu muita gente, e até hoje é uma referência de campanha solo. Já o multiplayer, embora tivesse vários modos, não trazia nada de novo ao gênero e nem chegava perto da experiência solo.

“Dead Space 2” (2011)

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Um jogo que melhorou absolutamente todos os aspectos que fizeram do primeiro um clássico do gênero survival horror. No entanto, seu modo multiplayer, focado em partidas de 4 jogadores humanos contra 4 jogadores Necromorphs, por não apresentar aquele suspense e tensão da campanha, decepcionou.

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