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Relembrando os gadgets que mais se destacaram no ano passado – Gadgets

2019 acaba de começar e, como de costume, podemos esperar muitos gadgets inovadores a serem lançados neste ano. Durante a Consumer Electronics Show (CES), que aconteceu nesta semana em Las Vegas, Estados Unidos, já vimos algumas novidades interessantes que chegarão às lojas ainda neste ano, além de gadgets um tanto quanto bizarros, como não pode faltar. Mas, nesta lista, vamos relembrar alguns gadgets que foram os verdadeiros destaques do ano passado, com muitos deles ainda fazendo parte da wishlist de muita gente neste início de 2019.

Contudo, nem tudo são flores: a lista também traz alguns que deram o que falar, não necessariamente de maneira positiva. Vamos lá:

1. Apple Watch Series 4 e o ECG

A Apple teve um 2018 difícil com o banimento de uma série de iPhones na China e a queda de suas ações ali nos 45 do segundo tempo. Contudo, mostrou muita coisa interessante ao longo do ano, e uma delas foi o novo Apple Watch Series 4. A quarta geração dos relógios inteligentes da Maçã trouxe algumas boas novidades, como um sensor de quedas e a famigerada capacidade de fazer eletrocardiograma, também chamado de ECG.

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Apple Watch Series 4 com app de eletrocardiograma (Foto: Divulgação/Apple)

A Apple lançou o aparelho em setembro, juntamente com os novos iPhones do ano. Como forma de mostrar a eficiência e dar certo ar de garantia para o mecanismo, ela informou que o Food and Drug Administration (FDA, equivalente à Anvisa dos EUA) havia aprovado o dispositivo para este uso. Contudo, descobriu-se depois que o órgão apenas tinha liberado a comercialização nos EUA, ainda restringindo fortemente o uso como única ferramenta de monitoramento em consultórios.

Com um novo chip S4 dual-core e dois eletrodos na base a na coroa lateral do relógio, ele é capaz de informar disfunções cardíacas em segundos. O problema é que a utilização de apenas dois eletrodos é pouco para um exame tão complexo que possa ser utilizado em consultório e, portando, ainda que o recurso seja uma “mão na roda”, não substitui os exames médicos convencionais.

Os modelos de 40mm são vendidos por a partir de R$ 3.999, enquanto os de 44mm têm preços a partir de R$ 4.199.

2. PS VR

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Embora este não esteja nem perto do ano de lançamento do headset de realidade virtual da Sony, foi em 2018 que, aparentemente, bons jogos chegaram ao aparelho. O PS VR ganhou destaque ao apresentar games (alguns exclusivos) que deram motivos para se comprar o periférico.

O principal deles é Auto Bot: Rescue Mission, um jogo adventure em plataforma, no melhor estilo Mario 64. Contudo, você regula a câmera e reconhece profundidade naquele mundo virtual de forma bastante impressionante com apenas a mudança de perspectiva. O jogo foi produzido por um estúdio interno da Sony e foi tão bem recebido que levou o prêmio de melhor jogo VR da The Game.

Outro destaque do ano também foi um título de aventura em plataforma. Moss é a história de um ratinho explorando um mundo complexo e bastante onírico. Diferente de Auto Bot, a brincadeira aqui é que, por vezes, você precisa usar do movimento de cabeça para a real exploração do ambiente e identificar como seguir pelo título.

Foi em 2018 também que Skyrim e DOOM chegaram ambos ao VR; teve o lançamento de games com gráficos mais aprimorados como The Inpatient e Resident Evil 7 como thrillers de terror; e Transference com Elijah Wood no papel principal.

Para quem gosta de puzzle, o aparelho também tem todo um tetris bem inovador chamado Tetris Effect, além de Beat Saber, um game de ritmo com sabres de luz.

3. Google Home Hub

O maior anúncio durante o evento Made By Google do ano passado, com certeza foi o lançamento do Pixel 3, novo smartphone da gigante. O evento também abraçou alguns outros aparelhos como novo Chromecast, luminárias e trancas eletrônicas. Isso mostra que a Google esteve empenhada em avançar na sua proposta da linha de dispositivos Home e, de fato, começar a querer controlar efetivamente tudo que está na sua casa.

De modo mais simbólico do que prático, o Google Home Hub seria a central de todo este controle. Diferente do speaker Home, este aparelho tem uma tela que, para além do reconhecimento de voz, também pode informar outros dados como notícias, data, hora, temperatura, sem precisar de input externo. Ainda, ele é o device para ficar ali na cabeceira e que vai trancar toda a casa e apagar as luzes com um simples pedido no “Ok, Google”.

Por isso, este aparelho entra na lista. Não necessariamente pelo sucesso de vendas, ou pelo burburinho gerado, mas por ser o grande representante de uma nova era em que a Google resolveu entrar de cabeça no mercado de casas conectadas.

4. Lança-chamas da Tesla

Outro que ganhou os noticiários, por vezes por motivos controversos, foi Elon Musk. O CEO da SpaceX e Tesla foi replicado em grande parte da mídia internacional a cada tweet (o que nem sempre foi bom para ele). Contudo, vale relembrar lançamentos de Musk no mínimo curiosos: a Tesla, empresa de baterias e carros, lançou alguns produtos diferentes como prancha de surfe, baterias externas para aparelhos eletrônicos e, o mais emblemático, uma tequila anunciada no final do ano.

Entretanto, nada bate o lança-chamas criado pela The Boring Company, empresa também de Musk, aquela focada em trens supervelozes. No começo do ano, a empresa anunciou 20 mil unidades do produto por US$ 500 cada. Ou seja, só nesta brincadeira, foi um lucro de US$ 7,5 milhões à companhia.

Lança-chamas criado pela empresa de Musk (Foto: Divulgação/The Boring Company)

Mas para que um lança-chamas destes? Segundo Musk, ele é voltado para diversão, ou alegrar aquela festa caída com um pouco de pirotecnia.

5. Oculus Go

A Oculus lançou em 2018 uma tecnologia interessante: um headset de realidade virtual que se propõe a ser mais barato. O motivo disso é que ele não precisa de um aparelho externo para funcionar, nem um PC ou mesmo um smartphone.

O Oculus Go é independente e oferece uma experiência satisfatória por perto de US$ 200, ou pouco mais de R$ 750. Isso permite mais acesso à tecnologia, ao não precisar de potentes (e caros) computadores, ou um PlayStation 4, acima da marca de R$ 1.000.

O aparelho tem com variações de 32 GB ou 64 GB e roda jogos mobile na sua plataforma. As especificações técnicas são: tela WQHD com 2560 x 1440 pixels de resolução e densidade de 538 ppi, microfone integrado e sistema de áudio espacial. Um controle acompanha o produto, com superfície sensível ao toque e gatilho para jogos, além de botões convencionais que podem servir tanto para games quanto para experiências de entretenimento.

O aparelho foi lançado em maio em 23 países, mas ainda não chegou oficialmente ao Brasil.

7. Popsocket

Acessório na trasiera de smartphones (Foto: Divulgação/ClearTI)

Todo ano, um acessório diferente ganha o gosto popular. Se em 2017 os fidget spinners eram a quinquilharia do momento, em 2018 os popsockets ficaram nos holofotes. A quem ainda não ligou o nome ao produto, trata-se daqueles apoios que se coloca atrás do smartphone para ajudar a segurar o aparelho entre os dedos.

Com uma peça simples, geralmente, de plástico, ele é capaz de se contrair para ser guardado no bolso, e expandir para funcionar como apoio para o smartphone. Provavelmente você viu por aí algum usuário com um destes em seu aparelho no ano passado, e deve continuar vendo neste início de 2019.

8. Patinetes Elétricos

Quem diria que patinetes seriam pauta dos noticiários de tecnologia em pleno ano de 2018? Pois bem, eles foram. Isso por conta de um sistema de compartilhamento de patinetes elétricos lançado no Vale do Silício que já se espalhou por todo mundo. A nova moda pegou tanto que a cidade de Los Angeles teve de lidar com reclamações dos cidadãos pela quantidade de patinetes deixados pela via.

A proposta é que um usuário utilize o meio de locomoção para pequenas distâncias, alugando o aparelho por um curto período. Como ele é elétrico, também poderia ajudar em viagens um pouco mais longas.

Patinetes disponíveis na cidade do Rio de Janeiro (Foto: Instagram/Yellow)

O sistema de compartilhamento seria semelhante ao das bicicletas Yellow, lançadas também em 2018 na cidade de São Paulo. Ou seja, o usuário utiliza o app para desbloquear o equipamento e libera a o aparelho também com toque na tela do smartphone.

Aqui no Brasil, duas empresas oferecem este serviço. A primeira é a startup de mobilidade SCOO, que começou a operar em período de testes com 2 mil aparelhos na cidade de São Paulo. Outra que também entrou neste negócio por aqui é a já citada Yellow, também startup de mobilidade urbana.

9. Vape

Este gadget entra para a lista com certo ar negativo para 2018. O vaping é a chamada da nova mania entre os mais jovens nos Estados Unidos e que utiliza um pequeno aparelho chamado de vape. Ele pode ser traduzido aqui para o Brasil como cigarro eletrônico, mas com um diferencial: o usuário pode colocar sabores para serem tragados.

Embora ele seja, de fato, menos nocivo para a saúde do que um cigarro tradicional, ele pode ter outras consequências prejudiciais para o corpo, como mudanças drásticas de pressão e do ritmo cardíaco. Um dos principais problemas apresentados pela maioria dos médicos é que ainda não se sabe exatamente qual a consequência dos compostos químicos dos vapes no longo prazo.

Cigarro eletrônico utilizado, principalmente, entre os mais jovens (Foto: Foundation for Economic Education)

Outro problema do vaping é a capacidade de vício tão forte quanto a de um cigarro normal. Segundo órgãos de saúde dos Estados Unidos, o número de uso de cigarros eletrônicos em estudantes de ensino médio cresceu 900% em um ano, sendo que 40% disseram nunca ter fumado um cigarro convencional.

A nova moda começou a chegar aqui no Brasil e já pode ser observada entre os early adopters. Contudo, ainda não há dados sobre utilização do produto por aqui.

10. Xbox Adaptive Controller

A Microsoft lançou no ano passado um gadget que pode ser dos mais importante de 2018: um controle adaptativo voltado a pessoas com dificuldades motoras. Este é um periférico para Xbox One e PC com botões gigantes e um suporte para que usuários deficientes físicos possam também aproveitar a jogatina.

Esta não é bem uma invenção da empresa, já que alguns usuários já adaptam seus controles para participar da brincadeira. Contudo, é talvez a opção mais versátil pelo menor preço que se pode ter.

Ele sai por US$ 99, cerca de R$ 390. Pode ser até um preço salgado para um periférico deste tipo, mas fica bem abaixo dos mais de US$ 500 geralmente investidos para peças que são feitas personalizadas para usuários.

Controle com botões gigantes e adaptáveis (Foto: Divulgação/Microsoft)

O Xbox Adaptive Controller também vem com uma série de modificações para, como ele mesmo propôs, se adaptar às necessidades dos usuários. A promessa da Microsoft é de que o aparelho chegue aqui no Brasil em 2019, mas ainda sem preço e data oficial de lançamento.

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